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Sistemas de ataques de atletas de elite: existem diferenças entre homens e mulheres?

Repost @marcusagostinho

Os pesquisadores Calmet (🇫🇷) e Pierantozzi (🇮🇹) fazem uma interessante análise sobre sistemas de ataques neste estudo publicado no novo periódico da IJF lançando nesta semana.


Foram analisados 122 combates (2011 a 2017) de 28 atletas de alto nível (10 ♀️ e 18 ♂️), totalizando 973 ataques observados.

Considerando critérios como direções de ataque (fig.1), taxa de ataque/30s, kumi-kata (fig.2), etc., os autores concluem que os comportamentos técnico-tático em competições entre homens e mulheres são similares.



Ao final, os pesquisadores sugerem um modelo de sistema de ataque que pode ser considerado por treinadores e atletas no processo de ensino-aprendizagem-treinamento no judô:
✔️ atacar com 6 configuração de kumi-kata
✔️ atacar em 6 direções de desequilíbrio
✔️ balancear ataques com 1 suporte (ex. o-soto-gari, uchi-mata, etc.) e com 2 suportes (ex. seoi-nage, o-goshi, etc.)
✔️ atacar com frequência média de 1.5 ataques/30s

O artigo está disponível gratuitamente na primeira edição da ASJ (acesse aqui).






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